segunda-feira, 26 de março de 2012

Juízes não trabalham na sexta.


A reportagem da Folha de São Paulo mostra a prática comum dos juízes de enforcar a sexta-feira, um comportamento reprovável e extremamente desrespeitoso.
O repórter foi por três sextas-feiras ao fórum trabalhista Ruy Barbosa, situado na capital paulistana, e se deparou com a ausência maciça dos magistrados.
Infelizmente esse comportamento é comum, sou advogado em Brasília e aqui esse tipo de prática também é corriqueiro, conheço vários advogados no Rio de Janeiro que se deparam com a mesma realidade.
Também já tive problemas com juízes que se recusam a receber os advogados, outro problema comum.
Esse tipo de comportamento deplorável decorre de um simples fato: “Eles esquecem que são funcionários públicos”.
A maior parte dos juízes se esquecem que são funcionários públicos, ignoram a responsabilidade de atuar com moralidade, eficiência, cordialidade e razoabilidade.
Normalmente os juízes assumem o cargo com a certeza que podem tudo, ignorando seus deveres, dentre eles atender o público e atuar para que a prestação jurisdicional seja realizada com rapidez e eficiência.
O CNJ por diversas vezes faz um bom trabalho, mas acredito que deve ser mais incisivo em sua atuação.
Quem advoga sabe que o maior problema não está em discutir o direito de seu cliente com a parte contrária, mas sim fazer a máquina judiciária funcionar.
Tenho alguns processos que estão no TRF da 1ª Região sem julgamento desde 2009, apesar dos diversos pedidos para que a questão seja julgada, atuo em processos cujo BACENJUD demorou um mês para sair, apesar de ir à vara duas vezes por semana.
Isso não atrapalha apenas o advogado e aborrece as partes, mas gera a desconfiança em todo o Poder Judiciário, pois uma decisão demorada não serve para nada.
Essa é a minha opinião sobre o assunto, se você tem algum posicionamento sobre o assunto discuta, fale, se não, reflita, pois somente com um debate amplo e com um posicionamento sério sobre a atuação dos serviços públicos é que poderemos cobrar mais eficiência de toda a máquina pública.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Isso é trollar no nível máximo.

Na Turquia foi proibido o uso de sinalizadores nos estádios de futebol, regra esta que ao ser descumprida leva o infrator para cadeia.
Em protesto os torcedores do Eskisehirspor, também conhecidos como Kırmızı Şimşekler (relâmpagos vermelhos), criam um bandeirão Troll Face com buracos para que o sinalizador seja usado sem identificar quem o acendeu.
Uma idéia brilhante para trollar a polícia local.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Adriano não é mais jogador do Corinthians.

Após a diretoria do Timão dar um voto de confiança ao atleta que não possuía mais credibilidade e quase um ano de muitas conversas, polêmicas e quase nenhum futebol, o Corinthians rescinde seu contrato com Adriano.
Em nota oficial o Corinthians anuncia que o Adriano não é mais jogador do S. C. Corinthians Paulista. Veja a nota lançada no site:

“No final da tarde desta segunda-feira, dia 12, a diretoria do Sport Club Corinthians Paulista e o atacante Adriano decidiram, em comum acordo, encerrar o contrato de trabalho entre as duas partes, que era válido até junho próximo.
Passo seguinte, os representantes do atleta e o departamento jurídico do clube negociarão os detalhes do distrato. Desta forma, Adriano não integra mais o grupo profissional do Corinthians e, por conseqüência, está dispensado de reapresentar-se amanhã com o restante do elenco”.

Sou torcedor corintiano e estou muuuuiiiittttoooo feliz com a saída desse encosto.
O cara não demonstrou o menor respeito pelo clube ou pela torcida. Em oito partidas o ex-jogador em atividade fez apenas dois gols, sendo pífia e muito cara sua passagem pelo Timão (R$ 2,4 milhões por gol), marca registrada do Adriano nos clubes que passou ultimamente.
O Corinthians apostou nele, fez um contrato de risco e o trouxe do Roma, clube onde não deixou saudade e apesar de ser considerado um peso morto, o Timão investiu tempo e dinheiro em sua recuperação.
Mesmo com todo esse esforço da diretoria e comissão técnica ele sempre deixou bem claro com o seu comportamento irresponsável que não quer voltar a ser um jogador de futebol.
A diretoria demorou a perceber o erro que cometeu e perdeu um ano tentando salvar o ex-jogador.
Hoje ele saiu pela porta dos fundos o Parque São Jorge e não deixará saudade.

domingo, 11 de março de 2012

Uma defesa sincera.

Sinceridade levada ao extremo na busca da absolvição. kkkk